Recesso

Como vocês já devem ter percebido, as postagem diárias foram pra vala nos últimos dias. Minha preguiça está em nível jamais imaginado por qualquer pessoa.

Então resolvi pedir um post ao PaxiFixi, sua resposta foi:

“Até escreveria algo mano, mas estou puto.”

Ok, resolvi pedir um post à Freira, mas essa ainda se encontra em crise poética e sabe-se lá quando ela vai voltar ao normal. Deve ter alguma relação com o fato dela estar morando na casa do namorado faz alguns muitos dias. Creio que a inspiração dela vinha do cabaço, então, já era.

Pedi um post à Vivi, mas esse período europeu dela não tem permitido muito tempo para lembrar do pobre amigo Delicious. Espero que depois das férias ela tenha algumas aventuras para postar.

Meus fiéis leitores não mandam nenhuma estória para pimpando@gmail.com…

Então, resolvi me humilhar e bater um tambor pro caboclo da Yasmin descer. Pra quê? Segue a conversa:

Yasmin said (22/12/2009 at 17:08):
não vou escrever merda nenhuma
então não fode
Delicious said (22/12/2009 at 17:10):
vou foder seu cu
empurrar cocô pra dentro
hahahaha
Yasmin said (22/12/2009 at 17:11):
como você é nojento
mas te amo
Delicious said (22/12/2009 at 17:13):
vc idem
te amo

Meio emo essa declaração de amor no final, mas fiquei sem post. Então declaro que este blog está em recesso.

Escolhi o meu presente...

Feliz Natal!

Papai, quero ser puta

Motivos pelos quais eu não quero ter uma filha.

Que rabo...

Quem não conhece as famosas gêmeas do Orkut? Segundo reza a lenda, elas surgiram no Orkut trajando roupas mínimas e logo fizeram um sucesso danado entre os punheteiros de plantão. Confesso que acho elas bem feinhas e elas tem uma cara de puta das mais baratas (inclusive acho que as vi no shopping dia desses), mas uma bunda dessas realmente não dá para dispensar.

Tá, mas e daí? Acontece que essas ninfetas começaram a fazer sucesso no auge dos seus 16 anos, e até hoje ainda não completaram maioridade, por isso ainda não posaram nuas. Segundo relatos, até a mãe delas aparece nas fotos, trajando roupas igualmente ínfimas. E dizem que a coroa dá um caldo, se alguém tiver a foto me mande.

Mas eu me pergunto, e o pai dessas meninas? Como ele deve se sentir sabendo que a esposa e as filhas são putas? Como será saber que todos os colegas do escritório se masturbam pensando nas filhas dele? Desesperador, não?

Ok leitor, sei que em virtude da cafetinagem eu transformo a garotinha-do-papai em ovelha negra da família, logo, não posso julgar as gêmeas. Porém, minhas meninas fazem o que fazem para ganhar dinheiro, e dinheiro alto. O que fazem na sua intimidade (ou seja, pra quem dão) não me diz respeito, mas quando estão no estabelecimento, devido ao alto preço do seu show, elas estão nas mãos dos sujeitos da mais alta estirpe.

E essas gêmeas? Pra quem elas dão? Para playboys bombados que andam com o carro do pai? O máximo que elas ganham com isso é um amigo novo no Orkut, mais fuck buddies e, quem sabe, um jantar grátis. E depois?

Há quem diga que minhas meninas são putas, ok, que sejam. Mas quem sabe que elas são putas além de mim, delas mesmas e do círculo fechado de clientes? Os pais delas (a não ser que vão ao estabelecimento) não sabem que a filha está fazendo sexo grupal com quatro velhos tarados enquanto ela diz que está na aula de piano clássico.

Mas e as gêmeas? Qualquer Zé das Couves com internet sabe que são putas. Pergunte à faxineira da sua empresa, garanto que ela já ouviu falar das gêmeas do Orkut.  Eu sei, você sabe, o pai delas sabe, os amigos da escola, etc. E qual o objetivo disso? Dar cada vez mais? Por que não cobrar R$ 1.000 pela hora de sexo anal já que a fama delas é tão grande?

Ok, digamos que elas saiam nuas em alguma revista photoshopada, participem do próximo reality show (que de show não tem nada) e sejam convidadas a todos os programas sensacionalistas da televisão, tipo Geisy. O dinheiro que elas vão ganhar talvez seja maior do que o que minhas meninas vão ganhar em 5 anos de carreira. Mas, depois desse período, minhas meninas poderão exercer a carreira a qual escolheram (muitas estão aqui para pagar a faculdade) enquanto, aonde as gêmeas forem, serão lembradas como as gêmeas putas do Orkut.

Minhas meninas poderão constituir uma família decente, casar, ter filhos e talvez o marido seja babaca o suficiente para nunca suspeitar do passado da sua linda esposa. Mas e as gêmeas? Qualquer idiota que casar com elas vai lembrar (ou ser lembrado) da quilometragem de picas que elas acumularam na adolescência e além.

Porém, a meu ver, seja pra ser pai das gêmeas ou de uma das minhas meninas, pouco importa. Espero que eu nunca tenha uma filha.

OBS: Todo o conteúdo deste site é de caráter fictício. Os nomes, locais e situações aqui descritos não possuem semelhança com a realidade, exceto as gêmeas.

OBS2: Sim, confesso que tenho inveja pelo fato das gêmeas não trabalharem no meu estabelecimento.

Stolichnaya

Oh God, I lost my video phone yesterday evening. Shit.

Gostaram desse meu ângulo?

Culpa de quem, quem queeeem? Da maldita Stolichnaya. Mas é claro que eu não perdi somente o celular… se eu não perdi minha alma ontem, não perco mais. De resto? Só a falta de vergonha na cara e aquela amnésia alcóolica.

Passei o dia inteiro combinando com o Felippe para sairmos de noite, eu, ele, o Pietro e a Rafaela. Eu não me meto com pouca bosta né? O carro pelo menos tem que ser acima de 100.000 reais. Hahahahah, mas tudo bem, fomos para a casa do Pietro. Chegando por lá, eu já agenciei a Rafaela para o Felippe por algumas garrafas de Whisky e Tequila. E eu brincando de beber né, e os dois se pegando lá. Hahahahah, uns beijos, umas passadas de mão… mais eu já tava DAQUELE JEITO! Até que…

Os casalzinho resolveu ir comprar mais gelo e energético e fiquei sozinha com o Pietro na casa dele. Eu ainda estava bem, juro! Só que eu já estava com o caboclo da Yasmin bem preparado. O coitado foi até a cozinha e eu fui atrás, peguei ele lá mesmo ;x

Tudo bem que ali meu bem, qualquer investimento que eu faça seja pouco, bem pouco, pouquissímo, quase nada. O cara é esperto, é rico, é bonito, é dono de um milhão de postos de gasolina e também é fazendeiro. Você acha que se eu realmente mostrar a Yasmin vadia que há em mim eu tenho alguma chance de prolongar a minha estadia ali na boa vida dele? Nunca, bem abaixo de zero. Então depois do beijo, eu tive que me comportar. Nossa, nem me reconheci! Estava tão educada, intelectual e delicada que nem parecia a pervertida, safada, putinha, ninfeta e vadia que habita em mim por muitas das vezes. Juro que eu cheguei a pensar que estava surtando com tanta beleza daquele rapaz, tanta inteligência. Aquilo estava me consumindo, me fazendo sentir única.

Naquele momento percebi que ser uma vagabunda não é tudo na vida. Descobri que ser uma moça respeitada e admirada pode render muito mais lucros do que ser uma puta escrachada. Então, dessa vez eu não poderia errar.

Decidi naquele momento entrar no jogo dele, deixar ele ditar as regras. Ele ia falando e eu confirmava, dava minha opinião, perguntava, fazia cara de quem estava entendendo tudo o que ele falava. Levei numa boa, até o momento em que ele me sugeriu:

” – Vamos lá para o meu quarto?  Daqui a pouco os dois estão voltando e nós iremos ficar meio deslocados aqui. “

VAI DÁ O CU BICHO. Da maneira que eu me encontrava, com todo aquele álcool correndo pelo meu sangue, ir para o quarto com ele seria morte súbita. Com certeza a Yasmin santinha ia parar na puta que o pariu. Eu senti que meu corpo estremecia, não de desejo, mas sim de medo. Medo dele, medo de mim, medo do que ele poderia pensar de mim. Eu não conseguia pensar em simplesmente correr o risco de dar para ele e no dia seguinte, ele nunca mais olhar na minha cara. Eu fui do paraíso ao inferno em segundos…

Porque será que eu estava  tão preocupada com o que ele pensaria de mim? Já fiz isso mais de 100 vezes, já dei para mais estranhos que ele e em locais bem mais inapropriados. Porque aquilo estava me deixando em dúvida? Será que eu estava ficando… eh… digamos, uma suposição, ok? Será que eu estava ficando apaixonada por ele? Não dá, não pode. Eu, Yasmin Mello, Pietro. Não me soou muito bem.

Mentira, adorei isso. Me deu uma vontade enorme de ficar com ele por todos os outros dias da minha vida… mas já passou.

” – Vamos.  ”

Entramos no quarto dele e deitamos na cama. Eu já havia me preparado psicológicamente, já sabia que ele queria me comer. Ele me beijava e deslizava sua mão sob o meu corpo quente, trêmulo. Eu não sabia o que eu estava fazendo ali, em outros casos, eu já estaria montada encima dele. CARALHO, EU ESTAVA COM MEDO DE QUE, PORRA? O QUE ESTAVA FALTANDO ALI PARA EU PODER AGARRAR ELE E NUNCA MAIS SOLTAR?

Ele continuou me beijando, me apertando, me abraçando, até que ele disse:

” – Me dá vontade de ficar assim com você todos os dias, todas as horas. Você não tem noção do que você está sendo pra mim. “

Para o mundo que eu vou descer. OMG, porque ele disse isso? Vocês que são homens e tal, podem me ajudar? Eu fiquei muito confusa. Para completar o meu desespero, ele disse mais:

” – Eu vou esperar o tempo que for necessário, até você criar confiança em mim. Não precisa ter medo, eu já tenho 34 anos e não sou mais moleque.”

Tudo bem, eu surtei mesmo. Ele não pode estar gostando de mim, COITADO DELE! Mas por outro lado, me senti muito feliz por ele se importar comigo, coisa que não acontecia a muito tempo. Então, comecei a beijá-lo e tirei a camisa dele, senti que ele estava quente, o coração batendo muito rápido. Fiz todos os procedimentos possíveis para que ele ficasse extremamente excitado. Chupei, mordi, puxei, engoli… Hahahahah, I’m still alive (666…

Depois de alguns minutos, levantei rápido, tomei uma ducha, coloquei minha roupa e fui sentar lá fora. Pensei comigo mesma: ” Pronto sua vadiazinha, ele te comeu e já conseguiu o que ele queria. Idiota, desse jeito ninguém nunca vai gostar de você mesmo sua puta.”

Pedi para ir embora, como se nada tivesse acontecido. Nesse meio tempo, consegui perder o maldito celular. Fui dormir me sentindo péssima, a Stolichnaya estava pesando minha cabeça já. Prometi a mim mesma que nunca mais veria o Pietro, NUNCA!

Na manhã seguinte…

Um buquê de rosas do lado da minha cama, com os seguintes dizeres no cartão:

” – Eu vou estar com você até que a última rosa desse buquê morra. Pietro”

PS: Uma das rosas que estava no meio do buquê, era artificial.

:)


Greice Quelli (Parte 2 de 3)

Esse post é uma continuação, acompanhe aqui a parte anterior.

Eu costumo dizer que nenhum dinheiro gasto é em vão no tocante a comer uma menina gostosa. E no caso dessa vendedora deliciosa, branquinha, tesuda, o limite de gasto triplicava fácil. Diante disso, tentei manter a calma o resto da tarde até a hora de encontrá-la, mesmo sabendo que podia ter gasto uma grana à toa.

Quando foi por volta de 19hs, liguei para o meu celular na intenção que ela atendesse. Liguei uma, duas, três vezes e nada. “Tomei no cu”, foi o que eu pensei. Porém na quarta tentativa ela atendeu:

“Estava experimentando o melhor vestido, já estou pronta…” – disse ela esbaforida.

Respondi que já estava próximo dali e desliguei. Imaginei que podia ser uma emboscada, mas agora o “foda-se mode” já estava ligado. Se eu me fodesse, me foderia com gosto e aprenderia uma lição pro resto da vida.

Quando cheguei à porta da loja, veio uma comitiva de vendedoras me receber e informar que Greice estava vindo. Fato, eu sabia que ela comentaria com as amigas, e sabia que a grande parte me daria mole na intenção de receber o mesmo tratamento ($$$). Me sentei em uma cadeira para esperar, era peito na minha cara aqui, bunda esfregando no meu braço ali, uma festa. É uma teoria que digo, invista pesado em uma mulher e receba como lucro suas amigas, sem gastar nada, guaranteed!

Greice saiu do provador absurdamente deliciosa com um dos vestidos que comprei pra ela. Um vestido amarelo claro, que delineava perfeitamente aquele corpinho delicado, aquela bunda empinada que tornaria indecente até a mais comportada das burkas. O decote dava asas à imaginação deste que vos escreve, uma loucura! E, apesar de eu não ser muito fã de mulheres maquiadas demais, Greice mudou meu conceito sobre isso. Eu só imaginava como seria ver aquela maquiagem borrada na manhã seguinte.

“Vamos?” – disse ela, mais envergonhada do que debutante na hora da valsa.

As outras vendedoras (entre elas uma loirinha deliciosa) lançavam seus olhares invejosos enquanto eu saía dali de mãos dadas com a Greice. Chegando no carro, sem nenhuma preliminar, beijei aquela boquinha pequena e senti o calor de suas coxas enquanto fui com a mão por cima do vestido buscando reconhecer o terreno. Greice ofereceu uma leve resistência. Minha vontade era beijar aquele pescoço e passar a língua por cada milímetro daquela obra de arte em forma de mulher, sem exceção. Iniciei mordendo de leve seu ombro e respirando de forma que ela me ouvisse. Eu queria devorar a sobremesa antes mesmo do jantar.

“Vai com calma.” – disse ela com um sorrisinho no rosto.

“Ok, ainda falta o jantar.” – respondi.

“O que você quer dizer com isso?” – ela retrucou.

Mantive o silêncio sobre isso e conversei sobre outros assuntos. Descobri que ela morava no subúrbio, tinha duas irmãs, pais separados, tinha 18 anos e estava no segundo ano do Ensino Médio, estudando de manhã. Não tinha namorado, adorava baile funk e não era virgem. Dossiê completo. Vi ser emitida e carimbada minha license to fuck.

Levei-a em uma pizzaria bem foda, com a pizza de funghi com copa mais fodástica da face da Terra e, claro, sem dispensar um bom vinho. Ela insistiu em querer beber refrigerante mas acabou provando do vinho que, na segunda taça já fez com que ela sentasse ao meu lado e permitisse que meus dedos conhecessem a linhagem do algodão suave de sua calcinha, já molhada.  Era só sair dali pro motel e pronto.

Mais tarde no carro, enquanto o funk “abre as pernas e relaxa” era entoado pelo som Bose do meu bólido, seu vestido já não era páreo para a vontade dos seus seios de visitar o mundo exterior. Ao contrário do que geralmente faço, levei ela direto para a minha casa e lá fizemos sexo de todas as formas e maneiras jamais antes pensadas. Impressionante como ela era apertada, tive até medo de sofrer uma gangrena no meu apêndice sexual.

Quando terminamos a noite e madrugada de sodomia total, ela adormeceu e eu idem. Ao acordar, reparei que ela estava em meus braços, com aquela carinha de inocente e maquiagem borrada, exatamente como imaginei horas antes. Por um instante tive a sensação de que ela era a menina mais linda com a qual eu já havia feito sexo na vida.

Depois daquela, eu e Greice resolvemos continuar nos vendo e posteriormente namoramos. E todo encontro era sempre regado ao sexo da melhor qualidade, incomparável. Porém, aos poucos foi ficando ainda mais caro manter fidelidade à Greice Quelli, ainda mais com as pressões de todos os lados pela consolidação do matrimônio. E eu balançava a cabeça positivamente, pois estava totalmente apaixonado por aquela bucetinha apertadíssima.

Mas um dia acordei e caí em mim para entender o motivo do estabelecimento não estar dando lucro. Motivo: Greice Quelli.

Continua…

Greice Quelli (Parte 1 de 3)

“Se você não reduzir despesas, será a despesa a ser reduzida.”

Perto do escritório que eu trabalhava havia um shopping. E lá eu sempre ía almoçar, era uma boa forma de exercitar minha preguiça (por ser o local mais próximo) e também uma boa forma de fugir dos muquiranas chatos que queriam almoçar comigo para ouvir meus conselhos sobre como comer suas namoradas nerds. Como o shopping só tinha comida cara, eles não íam.

Um desses dias que fui almoçar, resolvi passar em uma loja de roupa para presentear alguma vadia a menina que eu estava querendo comer conquistar e fui atendido por uma vendedora absolutamente sexy.

Branquinha, cabelos pretos lisos, olhos verdes, seios médios e uma bundinha redondinha fascinante. Uma vendedora assim me faria comprar até um saco de merda pra colocar na minha estante, que dirá um vestido de R$ 500 que facilitaria minhas chances de copular minha presa. O nome da vendedora? Greice Quelli, li na plaquinha que ela ostentava em sua blusa, sobre o seio direito.

“Greice Quelli hum, nome de artista, bonito como a dona.” – disse eu, olhando para a placa e seus seios.

“Obrigada…” – respondeu ela, corando-se e com um sorrisinho bobo.

“E você é artista Greice? Tá aqui só disfarçada né?”

Ela não respondeu, só ria e ficava cada vez mais vermelha. Quanto mais eu olhava, mais ficava louco de vontade para beijar aquela boquinha pequena. Na verdade eu estava mesmo é imaginando aquela boquinha no meu pau, afinal, sou safado e pervertido.

Ao invés de comprar o vestido que tinha pensado antes, escolhi quatro vestidos dos mais impressionantes e caros que haviam na loja. Greice me perguntou qual era o manequim da menina. Pedi para ela se virar e respondi que era o mesmo dela.

Ela foi saltitante até o caixa, sonhando com a comissão de toda aquela venda. Após pagar, perguntei a ela por jóias e sapatos da melhor qualidade, comprei todos que ela me mostrou, sempre usando-a como modelo.

“Sabe, a menina tem exatamente o seu corpo.”

O sorriso dela já não cabia mais no rosto quando eu paguei a fatura de 5 dígitos. Então ela me levou até a frente da loja carregando as bolsas e, quando ela veio me entregar, eu disse, recusando as bolsas:

“Vista a que você achar melhor, te busco às 20hs aqui e não aceito resposta negativa.”

“Como assim?” – respondeu ela.

“Estou te convidando para sair, fica com o meu telefone.” – deixei meu celular com ela.

“Mas…” – disse ela sorridente e ao mesmo tempo indecisa.

“Sem mais.” – e parti.

Que babaquice leitor. Usei todos os clichês de filme e gastei milhares de reais correndo o risco daquela vadia nunca mais me olhar na cara. Ou pior, caso aceitasse, ela podia ser ruim de cama, ou virgem, ou crente, ou tudo isso. Ou então ela podia ser namorada de bandido. Que merda…

Continua…

Vingança à minha irmã e suas amigas vadias (Parte 4 – Conclusão)

Ficaram imaginando a Juju?

Bom, agora que vocês já sabem a merda toda que aconteceu, vi que ao final da parte 3 a estória ficou mais sem respostas do que o final de “Lua Nova”, com a diferença de que felizmente eu não sou um vampiro emo com crise existencial nem um lobisomem arroz. E infelizmente eu não comi a gostosa da Bella, ainda.

Por falar nisso, já que os vampiros ficam doidos só da Bella-sangue-doce cortar o dedo e sair um sanguinho de merda, imagine que porra deve ser quando ela tá menstruada. Deviam explicar isso no filme.

Enfim, vamos concluir os fatos.

Em primeiro lugar, a festa. Depois que comi a gordinha, ela foi embora, junto com a morena desconhecida e a Louize. Juliana ficou soluçando no banheiro e chorando se achando a mulher mais feia do mundo enquanto minha irmã tentava consolar ela. Eu podia entrar ali e falar alguma gracinha, mas talvez eu fosse apanhar duplamente daquelas duas bêbadas, então fui dormir.

Quando acordei, minha irmã estava dormindo ao meu lado, roncando como uma porca. Levantei e fui dar uma olhada pela casa. Juliana estava dormindo na cama da minha irmã, de bruços, com aquela camisolinha semi levantada, mostrando parte da bunda mais perfeita já criada pelos anjos. Me deu uma raiva momentânea de ter me vingado dela e não ter arregaçado aquela ninfeta…ah, foda-se. Hoje talvez eu não me vingaria, ou me vingaria diferente, mas naquela época não pensei duas vezes. Acho que se fosse hoje, eu teria cafetinado ela.

Quando a Juliana acordou, vestiu a roupa e ficou parada na porta da cozinha me olhando enquanto eu preparava algo para comer. Não sei se ela estava com raiva ou se ela estava admirando meus músculos.

“Você cresceu bem.” – disse ela.

“Digo o mesmo de você.” – respondi olhando pros peitos dela.

Ficamos conversando sobre a noite anterior e ela acabou me agradecendo pelo que eu tinha dito sobre ela. Ela se achava a mulher mais perfeita do mundo e por conta disso era antipática às vezes. Acabei fazendo uma boa ação, era melhor ter chamado de gostosa e comer ela de novo ali em cima da mesa do café. Me fudi.

Nos despedimos com um beijo na bochecha e ela se foi com aquela bundinha gostosa rebolando dentro do vestido mais sexy que eu já havia visto. Vida que segue.

Quanto à Louize, virou minha BA (buceta amiga) por algum tempo, com encontros bem raros mas sempre regados a muito sexo e cerveja. Ela acabou virando minha menina sob o codinome Jeniffer mas, no começo deste ano, ela preferiu ganhar mais dinheiro dançando nos EUA. Hoje está casada com um gringo corno de 72 anos.

O vídeo da nossa transa usei como fonte de punheta por uns tempos e emprestei para alguns amigos, mas apenas isso e nada mais.

A gordinha conseguiu meu telefone de algum jeito e marcou vários encontros comigo, os quais furei todos. Um dia ela resolveu desistir de mim. Casou-se com um empresário, pagou lipo e personal trainer, hoje é atriz de um programa de humor na TV aberta, muito gostosa por sinal, e não revelo o nome dela para não ter mais raiva de mim mesmo.

A morena desconhecida voltou na minha casa dias depois para tentar converter minha irmã e eu à religião dela. Eu até fui em alguns retiros para tentar comer alguém, mas depois que comi a filha do pastor (e a cafetinei) eu fui cordialmente expulso da igreja, amém. A morena desconhecida sumiu também e eu jamais a comi. Sem mágoas quanto a isso.

E minha irmã quando acordou me xingou de todos os nomes possíveis. Ficou sem falar comigo durante algumas semanas. Mas reparei que apesar de não falar comigo, ela ficava me acompanhando com o olhar sempre que eu circulava pela casa de cueca. Um dia resolvemos conversar sobre o ocorrido como duas pessoas sensatas. Ela disse que aquilo devia ser esquecido e jamais se repetiria, concordei.

Dois dias depois ela brigou com o namorado e chegou em casa carente e bêbada. Fui consolar aquela puta gostosa e a comi de novo. E de novo. E de novo. E se tornou um vício constante. Sempre que ficávamos em casa sozinhos, eu a comia. Foi assim quase todo dia até eu me mudar. Quando me mudei, ela passou a me fazer visitas frequentes e, quando eu não estava namorando, ela passava dias, semanas, meses na minha casa.

Só paramos quando ela envelheceu demais para os meus padrões. E ela também se casou. Mesmo assim, recaídas acontecem, semana passada por exemplo aconteceu uma…

OBS: Todo o conteúdo deste blog é de caráter fictício. Os nomes, locais e situações aqui descritos não possuem qualquer semelhança com a realidade. E comer a própria irmã é incesto.

Vingança à minha irmã e suas amigas vadias (Parte 3 – Juliana)

Agora que eu já tinha me vingado da Louize filmando a nossa transa e me vingado da minha irmã deixando as amigas delas saberem que ela tem relações incestuosas com o irmão mais novo, era chegada a hora de me vingar da mais vadia de todas, a Juliana.

Minha irmã não é irresistível?

Minha irmã não é irresistível?

Depois que me livrei da gordinha que me arrastou pro banheiro e insistiu em me pagar um boquete, fui verificar o resultado da confusão toda. Então uma menina branca, de cabelos pretos, alta, com os peitos absurdamente lindos e trajando apenas calcinha e soutien veio em minha direção.

“Você se incomoda de dançar pra gente? Sua irmã já autorizou.” – disse ela com as mãos na cintura.

Porra, dançar? Virei go-go boy de um monte de bêbadas malucas. Mas aquela menina que veio falar comigo era muito familiar. Sim, era. Com aqueles peitos lindos só podia ser a Juliana. Talvez a única forma de conseguir foder aquela puta seria aceitar dançar.

“Aceito se você me disser seu nome.” – respondi.

“Você sabe bem, se eu lembro de você, você lembra de mim.” – disse ela com carinha de perva safada.

“Será mesmo?” – respondi fitando seus seios.

“Desculpe-me pelo tapa, mas ainda acho você um tarado, ainda mais depois de comer a própria irmã…” – disse e deu uma pausa para observar meu corpo.

“…e é um tarado bem gostoso por sinal.” – e emendou enquanto percorria meu peitoral com os dedos.

Eu podia atacar ela ali se eu quisesse, mas não era a hora, nem seria tão ruim a vingança. Então tive a idéia maligna. Mandei que elas fossem pra sala e aguardassem.

O palco estava montado no meio da sala e as loucas todas de calcinha e soutien amontoadas no sofá. Minha irmã, a Louize, a gorda, a Juliana e uma morena que eu nunca havia visto antes e sequer chamou minha atenção, mas ela também não parecia muito interessada em mim.

Comecei a fazer o que as idiotas queriam e não foi difícil conseguir o que eu queria. Fiquei de cueca e pra tirar a cueca exigi que elas todas ficassem nuas também. A morena escrota, óbvio, não quis e saiu da sala. Minha irmã ficou envergonhada e saiu também. Louize estava dormindo. Sobrou a Juliana e a gorducha.

Fiquei nu e parti pro ataque, revezando beijos na Juliana e na gorda, que logo ligaram seu instinto competitivo e começaram a se empurrar.

“Sai gorda.” – disse a Juliana.

Eu, para apartar a situação, escolhi uma delas, a Juliana, claro. Ok que eu estava ali para me vingar e, rejeitar uma mulher gostosa trocando-a por uma gorda é uma das piores cretinices que se pode fazer (com a gostosa). Mas e quem disse que o meu pau queria deixar de comer aquela delícia de Juliana?

Não demorou até eu começar a cena de sexo com a mais odiável das amigas da minha irmã vadia. Então tive que preparar minha vingança ali mesmo. Juliana era o tipo de mulher que se acha perfeita e, confesso leitor, ela realmente era. Impossível achar naquela deusa qualquer defeito. Ela também pensava dessa forma. Era a minha deixa.

Coloquei ela de quatro e, durante o sexo selvagem falei:

“Nunca entendi a diferença entre celulite e estria.”

“Como assim? Qual o motivo disso agora?” – disse ela olhando pra trás, sem parar de rebolar.

“É que você tem uns risquinhos e buraquinhos na bunda, estranho.” – exagerei.

Nisso a gorducha que assistia a cena começou a rir. Juliana desengatou do meu pau e ficou desesperada tentando olhar em sua bunda se eu tinha dito a verdade. Foi quando, vendo aquela deusa em pé, com toda aquela beleza branca na minha frente, eu disse a maior mentira da minha vida.

“Você não tem ido à academia não? Essa barriguinha aí tá foda.”

Juliana saiu correndo para o banheiro e chorando. A gordinha ria mais do que alguém que assiste um show de stand-up comedy. Então esta começou a se insinuar pra mim, mas confesso que minha vontade de comê-la era nula. Porém leitor, como eu sempre digo, nenhuma buceta ficará para trás.

Continua…

A loira promete… a morena faz ;)

” Baby boy, make me lose my breath…”

Impressionante leitores, quanto mais eu vivo menos eu acredito em que vejo.

Fui ao salão de beleza hoje aqui perto do condô. Na frente do salão, tem um puteiro. É, pra mim é puteiro mesmo, nada de cerimônias, porque eu sei que aqui o que mais rola é gente chegada numa putaria.

Olha, me desculpem, mas pelo o que eu percebi, a loira safadinha era uma das meninas que trabalham lá no estabelecimento. Duas loiras barangas. Duas loiras barangas e burras. Duas loiras barangas e burras e ignorantes. Duas loiras barangas e burras e ignorantes juntas conversando. Percebeu a merda né? Ainda não? Vou escrever aqui o diálogo das vagabundas.

” – Ai amiga, eu tô tão ” de cara”. “

” – Porque, que que ta acontecendo? “

” – Você acredita que o fulano, aquele fulano lá que tem as fazendas no Piauí, me chamou pra me tirar disso e ir morar com ele? Acredita? “

” – Nossa amiga, que maravilha! Você vai né? “

” – Claro que não Débora! Que tipo de mulher ele pensa que eu sou? “

Reinou aquele silêncio entre as duas. A loira amiga fez uma cara de ” Oi? Como é que é? “

Eu estava sentada aguardando a minha vez para lavar os cabelos. Olha, só de lembrar agora disso me deu uma raiva. Me deu vontade naquela hora de levantar e dizer: ” PUTA QUE O PARIU, VOCÊ É UMA PUTA NÉ? E TA QUERENDO FAZER MORAL PRA QUEM SUA VADIA? “ Bom, eu não podia fazer aquilo. Quem sou eu pra falar que a puta é uma puta né? Mas eu poderia falar que ela era uma retardada.

Como assim leitor, fiquei rosa-chiclete na hora em que ouvi aquilo dela. As putas estão negando a raça. As putas loiras estão negando a raça. Tá, tudo bem, ela é mulher e quer se sentir valorizada. Eu me sentiria muito valorizada com um fazendeiro rico do Piauí. Mas continuando o diálogo das putas loiras:

“ - Ah amiga, sabe na verdade qual que é o problema? “

” – Desabafe Pri. “

” – Eu não dou conta dele. Depois de um tempo com ele, eu não aguento mais o tranco e começo a fazer as coisas forçada. “

O silêncio que precede o esporro.

Que tipo de puta é essa filha duma piranha? Como assim não aguenta? Nossa, pensa nas verdinhas que fica tudo zen minha filha. Eu acho, na minha opinião, que eu daria uma boa puta. Eu não nego fogo nunca meu queridos leitores. Mas ai é onde mora a diferença… eu sou morena, ela é loira, eu sou fogosa, ela é aguada, eu sou inteligente, ela é burra. Se ela fosse inteligente like me, ela não viraria puta. Ela seria pelo menos mais cuidadosa com ela mesma e se infiltraria na sociedade em que eu vivo. Ela poderia ser linda, poderia sair com os caras mais ricos, poderia ter o que ela quisesse. A única coisa que ela não poderia ter é a minha inteligência, porque eu sou pervinha mas não sou burra. Na verdade, se ela tivesse 1% da minha inteligência, ela pra começar não pensaria duas vezes antes de aceitar o convite do Piauiense. Ela acha que tá bem né, então eu não tenho nada a ver com os problemas de achismos dela.

Mas agora como eu já não suportava loira, odeio mais ainda. E descobri que loira não fode bem! Uma puta loira não fuder bem é o fim da vida meus fofitos. Olha, ganhei a semana com isso.

Loiras são falsas, artificiais, sem gracinhas e ruins de cama ( HAHAHAHAHAHAH ). Loiras são vulgares por natureza. Um exemplo? Até dois meus queridos.

Juliana Paes X Angélica

As duas são lindas, ricas e bem resolvidas. Tá, qual das duas você comeria? ( AS DUAS NÃO VALE FILHO DA PUTA, ESCOLHE UMA SEU CORNO! )

BINGO! Você escolheu Juliana Paes, com certeza.

Vamos agora um pouco mais pra realidade:

Geisy Unibaranga X Yasmin Mello

ISSO! RESPOSTA CERTA MEUS BENZINHOS! Obviamente, logicamente e por unanimidade, eu Yasmin Mello sou a melhor opção para o caminho da felicidade. Só que eu ando com um sério problema. Irei compartilhar, claro. De que adianta eu ser a melhor opção e correr o risco de você ser uma péssima opção pra mim? Tá faltando homem bem dotado e bom de cama nesse mundo. Essa é a realidade cruel.

E agora, o que eu faço? Enquanto a loira reclama do fazendeiro, eu estou louca por um desses pra mim. Bom, pode ser que ele nem seja tudo isso né? Ai eu vou gostar mais ainda porque eu vou descobrir que as loiras são piores do que eu imaginava.

Estou estressada leitor, eu quero fuder bem e não tem homem pra isso. Indignada master. Porém, ainda me consola saber que as loiras são fraquinhas. ;D

” PROCURA-SE HOMEM BEM DOTADO E QUE ME FAÇA PERDER O FOLÊGO. VOU ATÉ SUA RESIDÊNCIA.”

Amanhã esse anúncio vai estar no jornal. Alguém se prontifica? (66…

PS: Se tiver algum piauiense fazendeiro lendo esse texo, qualquer semelhança é mera coincidência. Caso se encaixe nos padrões, favor comparecer aos comentarios e se apresentar a mim.

:*

Vingança à minha irmã e suas amigas vadias (Parte 2 – Minha irmã)

Esse post é uma continuação. Perdeu a parte anterior?

Enquanto a Louize tomava banho, minha irmã vagabunda gritava lá da sala pelo seu nome enquanto ria junto com aquele grupo de vadias safadas doidas por pica. Então entrei no banheiro e disse pra Louize que ela estava sendo chamada na sala. Ela disse que já estava indo, mas antes me puxou pra dentro do box para um segundo round.

Eu não sou a Louize...

Eu não sou a Louize...

Após mais sexo anal ensaboado, ela se vestiu e, quando abriu a porta do quarto, viu minha irmã. Eu também a vi, mais bêbada do que nunca.

“Que porra é essa?” – disse ela com um bafo que deixaria o Jeremias em coma alcoólico.

A Louize passou rindo de cabeça abaixada e minha irmã entrou pelo quarto com uma cara que assustaria o capeta. Eu apenas virei as costas e deitei na cama, mas os “restos sexuais” estavam por todo o quarto, inclusive a calcinha da Louize em cima do abajour.

“Caralho, seu filho da puta, você comeu a Louize?” – disse minha irmã enquanto apertava meu pescoço.

“Sua amiga piranha estava doida por um pau, apenas satisfiz o desejo dela.” – respondi.

“Ela tem namorado seu corno!” – disse minha irmã tentando enfiar o dedo no meu olho.

“Se ela tem namorado, o corno da parada não sou eu.” – respondi e caí na gargalhada.

Minha irmã então me deu uma joelhada na virilha, a milímetros de distância do meu saco. Senti a dor mesmo sem ser atingido. Aquilo me causou um efeito reativo e me vi obrigado a me defender daquela puta louca. Joguei ela pro lado e a imobilizei. Ela ficou se contorcendo e se mexia de um lado pro outro. Então acabou posicionada de bruços pra mim, com a bunda encostada no meu pau.

Desde que me entendo por gente eu brincava de wrestling com a minha irmã e nunca, jamais rolou nada. Ok, eu fiquei de pau duro todas as vezes, mas nunca tentei me aproveitar disso. Ela quando sentia o meu pau ereto cortava logo a brincadeira. Quase todas as vezes. De vez em quando ela empinava a bunda contra ele, mas era só isso, nada mais.

Porém minha irmã, apesar de retardada, era (e ainda é) bem gostosa. Com peitos médios e empinados e uma bunda de causar acidente de trânsito, era uma morena de respeito.

Nesse dia, estávamos bêbados demais para saber medir o que era permitido ou não. Aliás, ela estava bêbada demais, eu estava apenas com tesão. Eu poderia perfeitamente ter saído daquela situação, mas quando olhei e vi a porta do meu quarto entreaberta, vi ali a chance perfeita para a vingança.

Minha irmã estava de camisola, que fatalmente havia se levantado, revelando sua calcinha que fora engolida por aquela bunda monumental. Meu pau estava duro, quase rasgando a cueca, e exatamente no meio daquelas nádegas esculturais. Lambi o pescoço da minha irmã e sussurrei em seu ouvido:

“Sempre quis fazer isso sua putinha.”

“Vai fazer com as suas negas, seu pervertido gostoso e pauzudo.” – disse ela empinando a bunda.

Como resistir a isso leitor? Você resistiria? Nem venha dizer que não. Botei meu pau pra fora e afastei a calcinha da minha irmã, enfiando nela sem cerimônia. Ela até era mais apertada do que eu imaginava. Impressionante como era gostoso meter na minha própria irmã. E mais impressionante saber que eu podia ter perdido a virgindade com 10 anos no dia em que chupei os peguei nos peitos dela.

Meti cada vez mais forte fazendo aquela vadia gritar bem alto de tesão. A minha intenção era que as amigas dela na sala ouvissem e, pela porta estar aberta, fossem guiadas pela curiosidade até o quarto, desmoralizando a puta da minha irmã que seria conhecida como “aquela que deu pro irmão mais novo”.

Como isso não adiantou, aproveitei meu pau lubrificado e enfiei direto no cu dela. Sempre ouvi minha irmã dizendo que jamais daria o cu, mas acabou mordendo a língua. Quando entrei todo, ela deu um grito e eu gozei. Então demos por conta que as amigas dela estavam todas na porta assistindo aquela cena de incesto. Minha irmã quando viu ficou mais vermelha do que a cabeça do meu pau.

Ela se cobriu com o lençol e eu levantei nu, com o pau ainda duro e falei:

“Tem pra todo mundo!!!”

Elas deram gritinhos enquanto olhavam pro meu amigão. Uma gordinha que eu não lembro o nome me agarrou e me arrastou pro banheiro. Estava feita a vingança contra a minha irmã puta, porém gostosa.

Continua (com foto da minha irmã)…

O Início de Uma Menina (Parte 2/2 – O Leilão)

OBS: Negada, como dificilmente vou conseguir postar amanhã e talvez nem mesmo domingo, vou fazer um post duplo hoje. Segue a continuação de um texto que comecei antes do desaparecimento. Abraço e bom finde pra geral!

“Quem dá mais?” – nesse caso estou falando de dinheiro.

Quanto eu valho?

O leilão deverá ser feito no quinto dia da menina nova no estabelecimento. Lembra dos quatro dias anteriores? Os leilões devem ser feitos na quinta-feira, dia universal do perdido e, consequentemente, dia de maior movimento no estabelecimento.

Antes de inciar o leilão, dirija-se pessoalmente ao palco e faça a apresentação da menina e defina as regras que devem ser conforme as seguintes:

  1. Um preço inicial deverá ser estabelecido, o lance mínimo;
  2. Os lances deverão ser dados apenas por sócios, clientes ocasionais não poderão participar do leilão;
  3. Cada sócio dará um lance por vez;
  4. O maior lance dará direito a um programa de 1hs com a menina;
  5. Caso o sócio tenha o interesse de prorrogar o tempo do programa, deverá pagar o valor do cachê para a hora;

Bem simples para que não haja nenhum problema. A decisão de deixar clientes ocasionais fora do leilão cabe ao cafetão, mas eu não recomendo a presença destes. A menina nova tem como seu maior medo encontrar um conhecido no estabelecimento e, liberando o leilão para clientes ocasionais, esse encontro pode ocorrer com a menina em plena exposição, o que não é legal.

Mas e se algum sócio for conhecido da menina? É simples, os sócios fazem pacto de sigilo com o estabelecimento, assim como as meninas também o fazem. Acredite, ninguém ali quer ter sua identidade revelada.

Quanto à menina, vista-a com uma roupa normal, porém sexy. Algo que você não gostaria de ver sua namorada usar, mas adora quando a namorada do seu amigo usa. Conforme os lances forem aumentando, caso estejam aquém do desejado, deixe-a tirar peças de roupa desde que a calcinha JAMAIS seja tirada. Os seios devem ser revelados apenas como golpe de misericórdia, apenas para dar um boost no valor do lance.

À menina é facultado o direito de se apresentar no microfone e fazer propaganda de si mesma, sem vulgaridade. O ideal é provocar a imaginação e a libido dos sócios. Permita à menina que dance, coloque uma música que a inspire. E, se possível, dê a ela uma dose de vinho de qualidade para que perca a inibição. Mas controladamente, pois pela fórmula, menina bêbada + primeiro programa = estrago.

Ao sócio vencedor, será reservado o direito de dispor de 1h dos serviços da nova menina, respeitando as regras da casa quanto ao respeito à menina. O programa será feito na suíte principal, sem direito a opcionais, sendo estes pagos pelo cliente.

O estabelecimento não se responsabilizará por devolver o dinheiro do lance caso a menina não corresponda às expectativas do sócio, sejam elas quais forem. Como contrapartida, o estabelecimento poderá fornecer os serviços de uma outra menina, escolhida pelo cafetão, sem custo adicional. Caso não seja aceito pelo sócio, não haverá ônus ao estabelecimento.

Após o programa feito com o contemplado pelo leilão, a menina retornará ao salão, estando assim elegível aos sócios e/ou clientes ocasionais, conforme sua designação original.

OBS: Todo o conteúdo deste blog é de caráter fictício, sem relação alguma com a realidade. Todos os locais e situações aqui descritos não possuem ligação com a realidade.